Educação Empreendedora 

Nossa escola possui uma parceria com o SEBRAE, onde os estudantes aprendem a desenvolver e pensar em soluções práticas por meio do empreendedorismo.

De modo geral, o aluno, através das habilidades que ele obtém ao longo dos anos, consegue ver o empreendedorismo como uma fonte de realização. Ou seja, nossa escola abre o caminho para o aprofundamento acadêmico, técnico e empreendedor.

Parece confuso e você ainda não conseguiu entender? Não se preocupe. Vamos exemplificar para ficar mais fácil. Antigamente, o “boom” nas escolas, que “enchiam os olhos” das crianças e jovens eram as aulas de informática, concorda?

Atualmente, é a educação empreendedora. Essa educação incentiva os alunos a buscarem o autoconhecimento, novas aprendizagens e oportunidades, além do espírito de coletividade e também avaliarem as melhores possibilidades, tanto na vida pessoal como no mercado de trabalho.

STEAM 

O modelo STEAM prevê a integração de conhecimentos de Artes, Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, possibilitando que o aluno se prepare para desafios como cidadão e também no mercado de trabalho.

Em inglês, a sigla STEAM significa Science, Technology, Engineering, Arts, Mathematics.

Nossas aulas partem de uma situação-problema, normalmente de uma realidade prática, próxima ao cotidiano do estudante. Com isso, o aluno consegue desenvolver habilidades e competências para pensar na solução do problema criado, de acordo com sua realidade. 

Além disso, a prática envolve todas as áreas que citamos anteriormente porque a solução para o problema não acontece isoladamente. Unindo todas as áreas, o aluno consegue abranger várias ciências para encontrar uma resposta para a questão criada em sala de aula. 

Educação Maker 

O foco da Educação Maker, termo em inglês que significa “fazer”, é transformar os espaços de aprendizagem. Isso faz com que nossa escola se torne um lugar para a experimentação, aprendizagem criativa e prática do conhecimento.

Em linhas mais simples, Educação Maker é “colocar a mão na massa”, ou seja, é uma educação significativa que atua por meio de experiências práticas.

Temos um espaço Maker para que os alunos executem seus projetos, com base nas pesquisas realizadas, com ferramentas e todo o material necessário para que eles inovem e deem espaço para a criatividade. 

Aulas Interáreas 

As aulas interáreas são aulas que tem o objetivo de romper as barreiras das áreas do conhecimento.

Nessas aulas, o professor atua como um maestro, norteando os alunos para que eles aprofundem assuntos dos mais variados tipos, como política, cidadania e sociologia, sob a ótica de várias áreas do conhecimento. 

Inovação e Tecnologia 

Não compreendemos tecnologia apenas como uma aparelhagem eletrônica. Para a Escola SESI SENAI é o desenvolvimento do conhecimento, em que o estudante possui autonomia para desenvolver o seu próprio conhecimento, municiado de técnicas e metodologias acadêmicas. 

Quais os espaços, atividades curriculares e extracurriculares que a Escola SESI SENAI oferece para os estudantes? 

Nossa escola conta também com espaços modernos, atividades curriculares e extracurriculares para uma melhor aprendizagem. Abaixo você confere alguns deles:

Laboratório de Robótica 

Esse é um espaço para o desenvolvimento de atividades tecnológicas com base nos conteúdos apresentados pelas disciplinas. Nesse espaço o aluno aprende programação, matemática, desenvolve trabalho em equipe, lógica, desenvolve projetos e resolve problemas práticos. 

Espaço Maker 

Esse é um laboratório onde o estudante tem a possibilidade de pensar e desenvolver projetos com o acompanhamento de professores altamente capacitados e por meio de equipamentos tecnológicos de ponta como impressora 3D. É nesse espaço que a Educação Maker é colocada em prática. 

Espaço de Ciências e de Matemática

Nesses espaços há laboratórios tecnologicamente equipados para o aprofundamento prático dos conhecimentos em ciência e matemática aprendidos pelo aluno durante as aulas.

Educação para Valores

Nossa escola trabalha com desenvolvimento de competências socioemocionais, com acompanhamento de psicólogos e com o cuidado de reconhecer as mais diversas habilidades do conhecimento.

Você concorda que cada ser humano possui competências e habilidades distintas, não é mesmo? E é isso que procuramos exaltar na nossa escola. Pode ser que um aluno tenha dificuldades com alguma matéria, como português, por exemplo. Mas, esse mesmo aluno, pode ser um excelente artista.

É isso que procuramos valorizar: as suas habilidades. Dessa forma, conseguimos potencializar a autoestima e também o que o estudante tem de melhor. 

Festival Literário 

Uma ação que visa qualificar a experiência de aquisição da aprendizagem, reunindo professores, estudantes e famílias com a proposição de vivências lúdicas através da criação de um Blog Literário para ser “plano de fundo” para os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio. 

Quais são os diferenciais da Escola SESI SENAI? 

Certamente, com tudo que você acabou de ler, já deu para entender quais são os diferenciais da nossa escola. Mas, para que não haja dúvidas, compilamos aqui nesse tópico:

Mas não para por aí.

Nossa escola também oferta o Novo Ensino Médio que tem por objetivos:

  1. Aprofundar o interesse dos estudantes em áreas específicas do conhecimento para o ingresso em instituições de ensino superior.
  2. Possibilitar a inserção no mercado de trabalho por meio de cursos de formação técnica (Eletrotécnica, Jogos Digitais, Mecânica e Redes de Computadores).

Além disso, o material escolar e o fardamento são gratuitos. Isso significa que além de uma metodologia diferenciada, a escola fornece todo o material didático sem custo para o aluno com o padrão de qualidade da Somos Educação. O fardamento também é gratuito e não há cobrança de taxa de matrícula.
Quer saber mais sobre nossa escola e/ou efetuar a matrícula do seu filho? Então, basta clicar aqui para ter acesso aos nossos editais e inscreva seu filho na escola que é referência.

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As mudanças de comportamento alimentar geradas na Pandemia – Blog SESI de Saúde e Segurança
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SESI
As mudanças de comportamento alimentar geradas na Pandemia

Mais um ano novo se inicia. Costumamos fazer planos e projetos para o ano vindouro. Acredito que a maioria das pessoas estabeleceram metas para 2020. Mudanças acompanhariam o ano que estava iniciando, porém não contávamos com o inesperado. O futuro nos surpreendeu.

Mudança é uma palavra que tem vários sinônimos, mas destaco alguns: modificação, alteração, transformação, substituição, troca. Qualquer uma dessas palavras pode descrever nossas vidas em 2020. Tivemos que nos reinventar rapidamente, sem tempo hábil para adaptações. Surgiu a pandemia, isolamento social, lockdown, home office, aulas online, webinar, lives, vivemos o mundo MUVUCA, mas também vivemos o medo, a tristeza, a angústia, a ansiedade, a insegurança… Diante de tantas mudanças, cada pessoa encarou o momento à sua maneira. Alguns pesquisadores viram a oportunidade de entender melhor o comportamento dos brasileiros frente às adversidades.

Em julho, foram publicados os resultados de uma pesquisa conduzida pela revista Veja Saúde e o núcleo de Inteligência de Mercado do Grupo Abril, com o apoio institucional da Associação Brasileira de Medicamentos Isentos de Prescrição (ABIMIP) sobre o comportamento dos brasileiros frente à pandemia, intitulado de Autocuidado em Tempos de Pandemia.

A pesquisa teve a participação de 1.874 entrevistados de ambos os sexos, com idade superior aos 25 anos, de todas as regiões do Brasil. Observou-se nesse estudo que quase 70% dos entrevistados perceberam a necessidade de rever e mudar hábitos para assegurar sua condição de saúde. Porém, entre os pilares do autocuidado considerados mais difíceis de aderir à rotina citados pelos entrevistados estavam “praticar atividade física” e “ter uma alimentação saudável”, itens importantes quando pensamos em adotar um estilo de vida saudável.  

Mudar o comportamento alimentar é mais difícil do que parece. Alimentar deixou de ser apenas um ato de ingerir nutrientes ou satisfazer uma necessidade fisiológica. Hoje, há uma ligação muito forte com nossas emoções, pois gera conforto, influencia humor, traz tranquilidade e principalmente, não podemos esquecer que comer é prazer.

Durante essa pandemia surgiu o conflito entre alimentação para melhorar a saúde (garantindo aporte para o sistema imunológico) e equilibrar as emoções. Seria muito bom se os alimentos “considerados saudáveis” fossem os mesmos escolhidos por nós para garantir prazer e aliviar nosso estado emocional, mas isso não acontece. Quando estamos em estresse emocional buscamos alimentos que proporcionem um prazer imediato para o cérebro e alívio das sensações garantidos com a produção de dopamina. Os alimentos escolhidos são calóricos, ricos em açúcares e gorduras. Um estudo publicado pela revista The Lancet ressaltou a importância de se estar alerta para o risco do surgimento ou agravamento de transtornos alimentares nesse período de pandemia.

Seguindo a linha comportamental, a Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu uma pesquisa online, com 1.183 mulheres, realizada entre os meses de junho e setembro, e os resultados mostraram que a alimentação das brasileiras mudou. Elas deixaram de fazer dietas e passaram a beliscar mais. Observou-se que por trás dessa mudança havia a influência de fatores emocionais.

Como já mencionado, mudar ou adotar um novo hábito alimentar saudável não acontece da noite para o dia, é um processo gradual que perpassa por momentos de ganhos e recaídas. Embora as emoções estejam influenciando nossas escolhas alimentares, vimos que a população brasileira subiu alguns degraus da escada para um estilo de vida saudável. Isso é o que mostra as primeiras análises de um dos maiores estudos brasileiros em alimentação e saúde, iniciado em janeiro deste ano e que acompanhará os participantes por 10 anos.

O estudo vem sendo conduzido pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, envolvendo 10 mil participantes adultos, com idades entre 18 e 39 anos, que responderam ao questionário de Recordatório Alimentar (consumo do dia anterior) na primeira fase entre os meses de janeiro e fevereiro (antes da pandemia) e segunda fase em maio (durante a pandemia).

Os resultados positivos dessa parte preliminar do estudo foi o aumento no consumo de frutas, hortaliças e feijão, passando de 40,2% registrado nos meses de janeiro e fevereiro para 44,6% em maio. Entretanto, nas regiões Norte e Nordeste, pessoas de baixa escolaridade aumentaram o consumo de alimentos ultra processados, aqueles com teor elevado de calorias, ricos em sal, açúcar, gordura, adoçante, corante, aromatizantes e conservantes, que estão associados diretamente aos riscos de deficiência nutricional e desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis.

Como a segunda fase da pesquisa aconteceu no período crítico da Pandemia, uma possível explicação para o aumento no consumo de alimentos ultra processados pode ter relação com o medo de se expor ao vírus causador da Pandemia, levando muitas famílias optar por comprar alimentos industrializados que teriam maior tempo de prateleira.

Muitos de nós, tínhamos deixado a rotina do cozinhar no passado. A mudança nos concedeu a oportunidade de usar as condições atuais para investir em hábitos mais saudáveis. Fomos obrigados a ficar em casa e a preparar nossa comida do dia a dia.

Aos poucos, estamos retornando ao nosso ritmo de vida pré-pandemia, cercada de sabotadores que prejudicam a mudança de comportamento alimentar. É verdade que o dia a dia agitado leva as pessoas a buscarem praticidade em suas escolhas alimentares, mas será que não é possível conciliar essa praticidade com alimentação saudável? Nós, profissionais nutricionistas, afirmamos que sim, e o segredo está no bom planejamento. Quando vamos nos alimentar, se não houver planejamento, não somos nós que escolhemos. Os alimentos nos escolhem. Muitos fatores precisam estar alinhados, como escolha do cardápio, tempo de preparo e técnica de conservação. Precisamos lembrar que esse alimento deve, além de nutrir o corpo, alimentar a alma.

Maria José Pinheiro

Sobre o Autor: Maria José Pinheiro

Nutricionista pela Universidade Estadual do Ceará - UFC, especialista em Alimentos Funcionais e Nutrigenômica pela Universidade Estácio de Sá. Pós-graduanda em Nutrição Clínica Funcional pela CVPE/UNICSUL. Consultora em APPCC pelo SENAC. Atua como Nutricionista nos Serviços Médicos e Clínicos do SESI Ceará, unidade Parangaba.
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