o Banco Santander S.A foi condenado a pagar uma multa de R$ 500 mil por não ter emitido o formulário de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) referente a 54 acidentes de trabalho. A ausência do documento pode dificultar a concessão de benefício do INSS aos acidentados.

De acordo com o artigo 22 da Lei 8.213/1991, que trata dos Planos de Benefícios da Previdência Social, o empregador é obrigado a comunicar à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao acidente. Em casos fatais, deve ser realizada imediatamente.

A Copa do Catar teve a sua reputação manchada após o jornal inglês The Guardian denunciar que mais de 6.500 trabalhadores haviam morrido na construção dos estádios do evento e nas obras de infraestrutura de aeroportos e rodovias do país-sede. 

Por entender que isso afetaria a imagem do Catar e possíveis investimentos, o Governo tentou abafar o caso e afirmou que o número girava em torno de 400 ou 500 trabalhadores de acidentes fatais.

SESI é Top of Mind em segurança do trabalho

Quando o mindset da empresa torna as ações de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) um investimento em vez de despesas, os colaboradores ganham mais qualidade de trabalho e a empresa se torna mais competitiva, com ganho de produtividade e redução de gastos médicos e trabalhistas.

E sobre isso, o SESI é expert no assunto. Pelo quarto ano consecutivo, estamos entre os vencedores da categoria “Entidades Prestadores de Serviços” do Prêmio Top of Mind Proteção. 

Confie a Saúde e Segurança da sua empresa com quem entende do assunto. 

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A produtividade da sua empresa pode depender do coração dos colaboradores – Blog SESI de Saúde e Segurança
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A produtividade da sua empresa pode depender do coração dos colaboradores

Dados do Ministério da Saúde apontam que 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos no Brasil. Estima-se, ainda, que em 30% dos casos o ataque cardíaco é fatal. No ambiente laboral, doenças crônicas como alta pressão arterial, alta taxa de glicose, níveis anormais de lipídios no sangue, sobrepeso e obesidade são algumas das principais causas de absenteísmo nas empresas.
Cada vez mais, a população brasileira está com sobrepeso, mal alimentada e sedentária, o que leva ao acometimento cada vez mais frequente de doenças causadas por hábitos de vida não saudáveis. O afastamento dos trabalhadores impacta diretamente na produtividade e nos custos das empresas.

Essa constatação, de que os aumentos dos fatores de risco estão associados ao aumento dos custos, foi uma descoberta revolucionária. A partir dela, veio a noção de que manter os funcionários saudáveis é um objetivo válido, capitaneado principalmente pelos programas de promoção da saúde, que passaram a ganhar força.
Muitas vezes criticados por atraírem pessoas que já possuem um estilo de vida saudável, os programas foram beneficiados pela descoberta de que tão importante quanto intervir entre as pessoas com hábitos pouco saudáveis, é motivar aqueles que adotam práticas saudáveis a conservá-las.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), se os principais fatores de risco para doenças crônicas fossem eliminados, mais de 40% dos casos de câncer seriam evitados, e ao menos 80% de todos os casos de doenças do coração, infarto e diabetes tipo 2 poderiam deixar de existir (MEDEIROS, 2015). A OMS aponta que os fatores de risco modificáveis de doenças crônicas mais importantes são sobrepeso, sedentarismo, má alimentação e uso de tabaco. As principais doenças crônicas incluem doenças do coração, infarto, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes.

A mudança de estilo de vida pode ser facilitada por uma combinação de experiências de aprendizado que aumente a consciência, eleve a motivação e construa habilidades. As possibilidades são muitas, mas o imprescindível é a criação de oportunidades que ofereçam acesso a ambientes onde as práticas positivas de saúde sejam a escolha mais fácil.

Tatiana Rocha Machado

Sobre o Autor: Tatiana Rocha Machado

Enfermeira e mestre em Promoção da Saúde pela Universidade Federal do Ceará – UFC, especialista em Enfermagem do Trabalho e Enfermagem Clínica pela Universidade Estadual do Ceará – UECE e especialista em Gestão Hospitalar pela Universidade Vale do Acaraú – UVA. Atua como enfermeira do trabalho na Unidade de Segurança e Saúde para a Indústria (UNISSIN) - SESI Ceará.
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