Opção pelo Registro Eletrônico dos Empregados Apenas os empregadores que optarem pelo registro eletrônico de empregados estarão aptos à substituição do livro de registro de empregados. A opção pelo registro eletrônico é feita por meio do campo {indOptRegEletron} do evento S-1000 - Informações do Empregador/Contribuinte/Órgão Público. Os empregadores que ainda não optaram pelo registro eletrônico poderão fazê-lo enviando novo evento S-1000. Os que não optarem pelo registro eletrônico continuarão a fazer o registro em meio físico. Nesse caso, terão o prazo de um ano para adequarem os seus documentos (livros ou fichas) ao conteúdo previsto na Portaria. Os dados de registro devem ser informados ao eSocial até a véspera do dia de início da prestação de serviços pelo trabalhador. Por exemplo, empregado que começará a trabalhar no dia 5 deverá ter a informação de registro prestada no sistema até o dia 4.

Informações para a Carteira de Trabalho Digital

Além do registro de empregados, os dados do eSocial também alimentarão a Carteira de Trabalho Digital. A CLT prevê o prazo de 5 (cinco) dias úteis para a anotação da admissão na CTPS. Contudo, se o empregador prestar as informações para o registro de empregados, no prazo correspondente, não precisará informar novamente para fins da anotação da carteira, pois terá cumprido duas obrigações com uma única prestação de informações.">
5 estratégias para diminuir o absenteísmo na sua empresa – Blog SESI de Saúde e Segurança
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SESI
5 estratégias para diminuir o absenteísmo na sua empresa

O absenteísmo é um fenômeno de alcance mundial e que tem crescido nos últimos anos. Assim, identificar e controlar o absenteísmo nas empresas é o grande desafio dos gestores de pessoas. Eles se dedicam cada vez mais para manter a motivação das suas equipes. E tal investimento de tempo é justificado pelo impacto que a motivação tem nos resultados da organização, seja em produtividade, turnover, clima organizacional ou controle do absenteísmo.

Aliás, este último indicador, em especial, precisa ter muita atenção das empresas, pois sua causa pode se dar diante de diversos fatores. Assim, a organização que não conseguir entender as causas certamente terá os demais indicadores afetados.

Então, se os seus funcionários faltam frequentemente e você ainda não conseguiu resolver este problema, não se preocupe! Daremos 5 dicas para intensificar as estratégias, a fim de diminuir o absenteísmo nas empresas:

  1. Cuide da saúde e da segurança dos colaboradores: é preciso cuidar da saúde e do bem-estar das equipes e ainda cumprir as legislações e as normas de segurança obrigatórias. Iniciativas que envolvam campanhas educativas sobre diversos temas, como prevenção de doenças, alimentação saudável, prática de atividades físicas e ginástica laboral, são muito bem-vindas.
  2. Estimule uma cultura organizacional de união e cooperação.
  3. Esteja atento também aos líderes e gestores, verificando se são figuras que incentivam e auxiliam os colaboradores. Faz-se necessário que os líderes adotem uma atitude positiva e próxima, transmitindo entusiasmo e segurança. Esse comportamento favorece o clima organizacional, reduzindo os conflitos e as tensões do ambiente.
  4. Realize treinamentos e analise a ergonomia. O acidente ocupacional também é uma causa recorrente dos altos índices de absenteísmo nas empresas. Para resolver esta situação, o ideal é a realização de treinamentos constantes, seja por conta de novos procedimentos ou por reciclagem, para garantir que a equipe esteja alinhada com os padrões de segurança. Outra causa comum são as doenças causadas por esforço repetitivo, que podem também ser evitadas por meio de estudo ergonômico bem feito.
  5. Crie metas individuais: ao se definir individualmente os objetivos de cada colaborador, cria-se uma responsabilidade em toda a equipe. O funcionário vai entender o quanto sua ausência poderá interferir nos resultados do grupo e da empresa.

Gostou das dicas? Saiba mais sobre esse tema, leia o post Gestão do absenteísmo impacta positivamente em custos e produtividade, escrito pelo médico do Trabalho do SESI, Alexandre de Lima Santos.

Mirela Oliveira de Sousa

Sobre o Autor: Mirela Oliveira de Sousa

Enfermeira pela Universidade Federal do Ceará – UFC e pós-graduada em Enfermagem do Trabalho pela Universidade Estadual do Ceará – UECE. Atua como enfermeira do trabalho no SESI Ceará, unidade Parangaba.
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